01Proposta da Levver para o CPSI da CAIXA
O SINAPI deixa de ser planilha e vira plataforma viva.
A referência de custos que toda obra pública do país é obrigada a usar, aberta para pessoas e para máquinas. Para o país, isso é acesso à informação. Para a CAIXA, é a autoridade técnica que ela já exerce no custo da obra virando presença diária, junto ao profissional que sabe qual obra vai sair, de que porte e por quanto, antes de qualquer banco.
02A tese
Três coisas que só acontecem se o SINAPI for aberto.
Modernizar o SINAPI não é entregar um portal melhor. É converter a base que o país inteiro é obrigado a consultar na ferramenta de trabalho de quem orça obra no Brasil. Isso rende três coisas de uma vez, e todas dependem da mesma condição: que a base seja reutilizável, não só consultável.
Acesso à informação
Um terço da produção da construção brasileira é compra do poder público, e o preço de referência dessa compra sai num arquivo mensal. Quando o dado público vira interface, o consumo não dobra, muda de ordem de grandeza.
376,5 milhões de consultas por API contra 28,6 milhões de acessos humanos
Portal da Transparência · CGU · 2024
Posicionamento da CAIXA
O Decreto 7.983/2013 manda o SINAPI ser mantido pela CAIXA, segundo as definições técnicas de engenharia dela, e o IBGE pesquisa o preço. A CAIXA já é a autoridade técnica do custo de toda obra pública do país. O que falta é a superfície onde essa autoridade apareça, todo dia, no trabalho de quem constrói.
68% do financiamento habitacional e R$ 1 trilhão de carteira imobiliária
Balanço da CAIXA · junho de 2026
Canal de crédito
O orçamentista sabe o custo, o porte e o prazo de uma obra meses antes de qualquer banco saber que ela existe. Chegar nesse cliente por um terceiro custa cerca de 1% do valor financiado, e é o que o mercado paga hoje. Uma ferramenta usada toda semana não desloca esse custo, evita, e dá à CAIXA presença junto à classe profissional que projeta a obra que ela financia.
R$ 13,2 bilhões originados dentro do próprio sistema de gestão
Precedente · TOTVS Techfin, joint venture com o Itaú · 2025
O que faz os três acontecerem
Consulta não cria relação. Orçamento que volta cria.
O orçamentista entra para consultar um preço, e fica porque monta o orçamento aqui. Nesta demonstração o orçamento em andamento já persiste entre sessões, no próprio navegador, que é onde ele deve estar enquanto o acesso for por perfil de demonstração. O passo que fecha o ciclo tem uma ordem, e ela importa: primeiro a identidade oficial pelo gov.br, que dá dono ao trabalho, e só então os orçamentos guardados no servidor. É essa sequência que converte uso em fidelização, a mesma distinção que a CAIXA cravou no contrato do CPSI, ao prever pagamento por cliente fidelizado e ativo na ferramenta, e não apenas pelo uso da solução.
03O problema
Hoje o SINAPI vive preso na planilha.
E o custo disso não é só do orçamentista. O SINAPI é o teto jurídico do orçamento de toda obra pública federal fora de transportes, por força do Decreto 7.983/2013 e da Lei 14.133/2021. O TCU tem 11.469 obras federais paradas e aponta projeto básico deficiente e baixa capacidade técnica dos municípios como causas estruturais. Ferramenta de orçamento não resolve projeto, mas é onde a falta de estrutura técnica dói primeiro, e é o elo que dá para consertar com software.
Consulta no braço
Baixar o XLSX do mês, caçar o código, conferir a versão na mão. A maior base de custos do país mora num arquivo estático.
Número sem rastro
O valor não carrega a fonte nem a versão. A glosa do Tribunal de Contas vem depois, quando já é tarde.
Fechado para máquina
Cada sistema reimplementa o SINAPI do zero, sem uma API oficial para consumir o mesmo dado.
Sem assistente
Ninguém pergunta o que entra numa composição e recebe a resposta com a fonte citada.
Metade das obras parada
De 22.621 obras federais mapeadas pelo TCU, 11.469 estão paradas, com cerca de R$ 16 bilhões já gastos. A causa que o Tribunal aponta primeiro é projeto básico deficiente.
Quem mais precisa tem menos
O TCU nomeia a baixa capacidade técnica dos municípios como causa estrutural. A prefeitura pequena não tem equipe de orçamento. Tem uma planilha de 20MB e um prazo.
Dado oficial, no ar agora
O catálogo nacional na referência de maio de 2026, precificado nas 27 praças do país e nos dois regimes de desoneração. A referência publicada pela CAIXA, ingerida e versionada.
04O que já roda
Seis frentes, no ar hoje.
Consulta interativa
Busca instantânea de insumos e composições, com a árvore analítica e a versão sempre à vista.
Assistente de IA
Pergunta em linguagem natural, resposta citando a composição e a versão. Sobre a base, sem inventar.
Orçamento defensável
BDI pelo Acórdão 2.622, alerta de item acima da referência do SINAPI e apontamento de unidade genérica pela Súmula 258 do TCU, tudo antes da auditoria.
BIM e IFC
Lê o modelo, extrai os elementos e sugere composições do SINAPI para o orçamento. A quantidade sai por pavimento ao lado do total, e do número no orçamento se volta aos elementos do modelo que o compõem.
Painel de gestão
Cobertura e qualidade do dado, mais a instrumentação de adoção, o sinal para a CAIXA priorizar coleta e evoluir.
API e dados abertos
O mesmo dado oficial, consumível por máquina, para o ecossistema da construção.
05Maturidade
Do dado oficial à decisão, já rodando.
O edital aceita ambiente real ou equivalente, com dados similares aos do SINAPI. Aqui o ambiente é real e o dado é o oficial da CAIXA. Os quatro passos abaixo estão no ar neste endereço, e a suíte automatizada cobre desde o cálculo de BDI pelo Acórdão 2.622 até a leitura de modelos IFC.
Ingere o dado oficial
Insumos, composições e a árvore analítica do SINAPI, versionados por UF e regime, com o mês de referência carimbado em cada número. O dado real da CAIXA.
Serve por busca e API
Consulta instantânea com a versão à vista, e uma API para os sistemas do mercado consumirem o mesmo dado.
Responde com IA rastreável
Resposta em linguagem natural citando a fonte e a versão. Quando não há base, recusa em vez de inventar.
Orça, lê BIM e defende
Monta o orçamento com BDI, aponta o que está acima da referência do SINAPI, exporta a planilha orçamentária em XLSX e lê modelos IFC.
Verifique você mesmo
As 27 UFs nos dois regimes de desoneração, 54 recortes da referência de maio de 2026. O endpoint de versão lista todos.
Documentados em OpenAPI 3.1 e abertos na demonstração, sem chave. Seis respondem em GET, e a conferência recebe o orçamento por POST.
De 100. A saúde da publicação vigente, medida pela própria plataforma e aberta na página de status.
O contrato da API, a lista das praças servidas, a página de desenvolvedores e o estado da plataforma estão abertos no mesmo endereço.
06IA com fonte
O assistente responde com a fonte, não com invenção.
Toda resposta cita a composição e a versão exata do dado. Quando a pergunta não pode ser respondida com a base, ele recusa em vez de alucinar. É a IA que um banco e um Tribunal de Contas aceitam.
07Defensável por construção
Anti glosa antes da auditoria.
BDI pelo Acórdão 2.622/2013 e o alerta de item acima da referência do SINAPI no momento de montar, não depois. Cada número rastreável até a fonte e a versão. Segurança no padrão de um banco.
Cada número nasce com fonte e versão.
É o que torna a referência defensável em auditoria, e o que um Tribunal de Contas aceita sem ressalva.
08Para quem
De quem orça a quem fiscaliza.
A plataforma serve os três lados da mesma obra: a CAIXA que publica a referência, o profissional que orça com ela, e o órgão que fiscaliza contra ela. Por isso os perfis não são caixas de permissão equivalentes. Cada um existe porque separá-lo de outro impede alguém de decidir sobre o próprio trabalho, que é a mesma lógica que separa o ordenador de despesa de quem executa.
Quem orça
O orçamentista monta o orçamento e o defende, com o custo rastreável até a fonte e o alerta anti glosa antes do Tribunal de Contas. Não confere o próprio trabalho.
Quem confere
O auditor confere orçamento de terceiro contra o SINAPI, e cada número carrega origem e versão. Está separado de quem monta, de propósito.
Quem cuida da base
O curador ingere, valida e versiona o SINAPI, e propõe a publicação. Propor não é decidir, e é isso que impede quem opera de autorizar a si mesmo.
Quem responde pela base
O gestor da CAIXA aprova a publicação e responde por adoção, cobertura e qualidade. Passa a medir uma base que hoje ele publica no escuro.
Há um quinto perfil, e ele não tem tela por construção: o integrador, que é o sistema de um órgão, de uma construtora ou de uma incorporadora consumindo o SINAPI pela API, com chave. Máquina não é pessoa, e por isso não entra pela mesma porta.
09Evolução
Para onde o SINAPI Vivo vai.
gov.br Login Único
A identidade oficial do cidadão e do servidor. É ela que dá dono ao trabalho de cada profissional, e por isso vem antes do orçamento por conta, não depois.
Orçamento por conta
Os orçamentos guardados no servidor, ligados à identidade de quem os montou. Hoje o orçamento vive no navegador, que é onde ele deve viver enquanto o acesso for por perfil de demonstração.
Série histórica
Os meses anteriores da referência, para comparar a mesma composição no tempo e explicar por que o preço mudou.
Busca semântica
Recuperação por significado com pgvector, para a IA encontrar a composição certa mesmo sem o termo exato.
BIM determinístico
Casamento por classe NBR 15965 quando a correspondência oficial estiver disponível, somado à descrição.
TransfereGov pleno
Exportação e integração completas com a Planilha Orçamentária dos repasses federais.
10Perguntas antes de adotar
O que costumam perguntar.
É o dado oficial do SINAPI?
Sim. A referência publicada pela CAIXA, ingerida e versionada por UF e regime, com o mês de referência em cada número. Não é uma cópia paralela.
Substitui o SINAPI?
Não. Dá vida a ele: consulta, IA, orçamento e API sobre o mesmo dado oficial.
De quem é o SINAPI Vivo?
Da CAIXA. A titularidade do que for desenvolvido para o desafio é dela, incluindo código fonte, modelos de dados e APIs, e a comercialização com terceiros depende de anuência expressa. A Levver constrói e opera. Os três pilares desta página são benefício da CAIXA, não da Levver.
Por que isso interessa à CAIXA além de modernizar o SINAPI?
Porque a CAIXA já é a autoridade técnica do custo da obra pública, por decreto, e hoje isso não aparece no dia a dia de quem constrói. Uma ferramenta usada toda semana converte esse mandato em presença junto ao profissional que sabe qual obra vai sair, de que porte e por quanto, antes de qualquer banco.
Isso é usar o orçamentista como lead?
Não. A relação nasce da utilidade, e o orçamentista já usa o SINAPI da CAIXA todo dia. A diferença é que agora ele tem uma ferramenta que o defende na auditoria. O que a CAIXA ganha é presença junto à classe profissional que projeta a obra que ela financia, com consentimento e sob a LGPD, com a CAIXA como Controladora. O crédito é conversa com o dono da obra, como sempre foi.
Como fica a segurança?
Arquitetura desenhada para os requisitos de segurança da CAIXA, no GCP, com a engenharia da Levver.
Integra com o TransfereGov?
O orçamento exporta no formato da planilha orçamentária, no caminho do que o TransfereGov aceita.
E o BIM?
Lê o IFC e sugere composições por descrição hoje. Pelo casamento NBR 15965 quando a correspondência oficial estiver disponível.
Como evolui?
As 27 UFs já estão no ar. A seguir, a série histórica de meses, a busca semântica com pgvector, e o que a adoção mostrar que vale priorizar.
Veja o SINAPI vivo.
Entre, escolha um perfil e percorra a consulta, o assistente, o orçamento e o BIM, com o dado oficial das 27 praças do país.